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Salas Multifuncionais

28/02/2011 22:50

Essa foi minha resposta a um e-mail interessante e sugestivo de reflexões que recebi da colega Dorotea.

 

oi gurias,

 

a colega Dorotea me fez algumas perguntas sobre salas multifuncionais e tb pediu pra eu repassar pra vcs, vejam a pergunta abaixo...

 

com relação a sala de recursos multifuncional na qual eu trabalho o processo de regulamentação foi aprovado com a designação de Sala de Recursos Multifuncional tipo I voltada para o atendimento de alunos com deficiência intelectual e TGD.

 

Entendo q a demanda de alunos para esta sala será esta da designação, porém recebi livros em braille, audiolivros, com letras aumentadas e com libras eu nao me lembro mas acho q veio tb...

 

é claro q eu tenho q dar conta de toda demanda de alunos com deficiência que se matricule na escola onde eu atuo, mas se eu tiver um aluno com DV que precise se comunicar através do Braille, por exemplo, apesar de eu ja estar me informando desta pratica, prefiro encaminhar este aluno para a Dorotea pq ela tem a prática e saberá trabalhar mais imediatamente do que eu com esse aluno. Eu não sei se entendi bem a pergunta da Dorotea sobre colocar todos juntos, mas é inviável atender alunos de diferentes deficiências junto num grupo de AEE. Se foi isso que tu me perguntaste colega, afirmo que não farei este tipo de intervenção. De repente, poderá acontecer de eu atender um aluno DV num horário e noutro horário um DM. Mas o DV somente será atndido por mim na impossibilidade dele frequentar o aee do profissional especializado nesta área, aí eu vou ter que rebolar, só que não posso enquanto educadora especial negar o atendimento.

 

Conversei com uma colega de Sta Maria que terminou o doutorado e fez uma análise do sistema de AEE que está sendo implantado. Ela me falava da sua posição contrária ao que vem sendo cobrado de nós educadoras. Outro dia tb falei com a Lizete na rua e ela me fez refletir sobre os conteúdos que o educador especial tem de dar conta: todos os conteúdos, todas as áreas da educação... é como se a gente fosse capaz de conhecer todas as disciplinas, ou seja, somos considerados altas habilidades da educação, gênios.

 

E a minha colega de Santa Maria dizia que falta mobilização dos educadores. Primeiro, não temos sindicato! isso é algo a ser pensado profundamente. A gente não se reúne, não se mobiliza, estamos cheios de função na escola, sendo cobrados de todos os lados, tendo que dar conta de uma realidade bem abrangente de deficiências, de disciplinas, de estrutura e organização pedagógica da escola, enfim, e nao temos um órgao que defenda os nossos direitos e que a gente possa discutir ate que ponto essas mudanças sao favoráveis ao nosso trabalho, que mudanças são positivas e quais são negativas para lutar fortemente contra elas.

 

Foi isso que a Eliana me disse brevemente no nosso encontro, não temos força!

 

Enfim gurias, eu concordo que nossa funçao é bem importante no processo inclusivo, que temos de saber falar de todos e encaminhar  os alunos ao melhor atendimento disponível, mas as especificidades das áreas de formação em educação especial nao podem ser negligenciadas, mesmo pq as práticas são bem diferenciadas e isso vai interferir na qualidade de ensino oferecida aos alunos.

 

abraços

elisângela frois

 

 

 



OLA, gostaria de saber como estão as Salas Multifuncionais? se ja foram instaladas, se juntaram realmente as salas de recursos ou estão separadas, se esta dando certo atender todos juntos? Se vc não souber por favor repasse para alguma profe de seu contato que saiba me dizer como esta este atendimento. 
Na verdade so falei com uma profe sobre o assunto ela me relatou que não juntaram, mas quero saber de outras, pois também não concordo com esta junção, não acredito que seja pedagogicamente correta rs rs.
UM abraço DOROTEA

 

 

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Amar os inimigos

20/02/2011 11:01

Estive hoje celebrando a palavra do Senhor e ela me tocou porque ontem mesmo eu fiquei me questionando sobre os motivos que levam uma pessoa a dizer ou fazer algo com a intenção de ferir o outro. E essa atitude violenta, seja com palavras ou ações, tendem a gerar respostas violentas.

E a palavra deste domingo nos lembra justamente a forma paciente e misericordiosa de Jesus como resposta aos ataques violentos das pessoas contra ele. Jesus foi paciente porque sabiamente compreendia que nenhum problema se resolve com a cabeça quente. Ninguém é capaz de pensar com sensatez em momentos de fúria e rancor. Mas essa é a tendência de todos nós, agirmos imediatamente diante de um ataque, numa relação imediata de ação e reação. Jesus, porém, nos mostra que sábio é aquele que possui paciência e busca antes a compreensão do outro para depois reagir com inteligência. E na compreensão do outro estamos sendo misericordiosos, assim como o filho do Pai nos ensinou.

Existem pessoas que fazem parte de nosso círculo de amizades, sejam elas familiares ou não, que pelo fato de não praticarem a paciência e o perdão, nos espizinham, nos perseguem e querem nos ver mal, muitas vezes por acreditarem que são melhores do que nós e por isso nós não somos merecedores de nenhum tipo de regalia. E as regalias são o trabalho, a felicidade, o bem estar, o salário, o amor, a amizade... Pensamos, e todos nós pensamos assim, que a ninguém mais pertence o regozijo de coisas boas a não ser a nós mesmos que somos obviamente os melhores. Eu digo que esse é um pensamento comum de todos os seres humanos e é na condição de homens pecadores diante dos nossos irmãos que devemos refletir sobre essa Palavra de hoje: amar os inimigos.

Amar os inimigos significa que nós devemos procurar a compreensão do outro para nos aperfeiçoarmos enquanto seguidores de Cristo, percebendo que o erro do irmão épossível de ser praticado por nós mesmos caso estejamos desatentos. Então toda vez que julgarmos o erro de alguém, fiquemos bem atentos em que posição estamos colocando o outro e a nós mesmos. Pensar em quem é o melhor, o mais correto em uma situação desagradável e problemática só gera mais conflito.  Compreender o erro do outro e levar isso como um aprendizado para a própria vida revela o Cristo que há dentro de nós.

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Avaliação e Educação Especial

14/02/2011 17:59

A avaliação é um instrumento importante no trabalho do educador especial. Na minha opinião a avaliação deveria ser o alvo de formação dos professores em geral e de nós educadores especiais obviamente. Acredito que palestras motivacionais sejam estimulantes e divertidas, mas não equivalem aos anseios dos educadores. Estou quase retornando das férias para o início de mais um ano letivo e temerosa das palestras que prepararam para nossas boas vindas.

Todos os anos, pelo menos nos últimos 4 anos, assisti palestras de motivação na volta às aulas. Isso me dá um nervoso, quase um ataque histérico de irritabilidade. Parece que os profissionais que lidam com educação são tidos como incapazes de pensar sobre o seu fazer. Refletir sobre a avaliação é um dos aspectos da prática docente a ser pensado à luz de teorias.

Na educação especial isso se torna essencial, já que, através da avaliação, se dá o encaminhamento de alunos ao atendimento educacional especializado e ao estabelecimento de mudanças ou não nas estratégias escolares perante as diferenças.

Mas existem muitas dúvidas sobre o procedimento avaliativo dos alunos tanto pelos professores especialistas como pelos do ensino regular. Afinal de contas não temos a "formação" que o governo deveria nos dar e frequentemente usamos o discurso da "não-formação" como justificativa para o não atendimento das diferenças em sala de aula e nos mantemos numa inércia metodológica, ou seja, não movimentamos esforços para a construção de um novo fazer que dê conta da pluralidade humana inerente às salas de aula.

Então é sobre essas ansiedades que gostaria de tratar neste artigo, as dúvidas dos professores sobre quem é o aluno que necessita de atendimento especializado em salas de recursos, como ele deve ser avaliado e como ensinar num contexto que respeite a diversidade humana. 

Antes de mais nada quero deixar claro, querido leitor, que o processo avaliativo é uma interrogação que carrego nestes "quase" 10 anos de experiência como educadora especial em sala de recursos. Penso que muitas das minhas dúvidas sejam decorrentes das transformações que ocorreram nesta primeira década do século XXI em relação ao trabalho do educador especial. Quando eu comecei, em 2002, ainda falávamos fortemente na integração onde era o aluno que deveria estar pronto para ser incluído na escola regular. Então eles ficavam anos e anos sendo "preparados e devidamente alfabetizados" em classes ou escolas especiais para somente depois de "prontos" ingressarem no ensino regular. E pior, essa inclusão acontecia sempre nos dois primeiros anos das séries iniciais do ensino fundamental, enquanto os alunos especiais estavam na fase inicial da puberdade, isso quando não eram já adolescentes. 

Ainda temos resquícios desta recentíssima história da educação especial. Tenho alunos adolescentes nas séries iniciais. Mas essa é uma realidade que vem se modificando. Com o advento da política de inclusão, nós educadores especiais e a escola regular em todos os setores de funcionamento, presenciam mudanças estruturais que vem abalando o sistema educacional como um Tsunami.  De 2006 em diante eu considero as mudanças no ensino brasileiro muito importantes para a solidificação do respeito às diferenças e a igualdade de oportunidades sem nenhum tipo de discriminação.

A partir do conceito de inclusão é a escola que tem de estar preparada para dar conta da diversidade inerente ao ser humano. Ora, esperar que trinta alunos de uma determinada turma pensem e façam exatamente a mesma coisa e dêem respostas idênticas aos problemas lançados pelo professor é de uma estupidez e ignorância que desmerecem o papel do professor que é o de ensinar.

Mas então como devemos fazer? Eis a questão dos professores. Não fomos preparados para esta realidade. Eis a justificativa.

Bom, quanto à formação eu devo dizer que nós professores temos razão da queixa, pois estamos desmotivados com tanta palestra de motivação! Mas devo dizer também que muitos recursos estão se abrindo para que os professores se aperfeiçoem como os cursos à distância que o governo oferece gratuitamente através das coordenadorias regionais de educação. Claro que queremos mais respostas e isso apenas não basta, mas já é um começo. Ah, e preciso lembrar também, professores leitores, que em momentos raros onde temos a oportunidade de ouvir e aprender com um palestrante experiente no assunto, devemos aproveitar o momento para nos reciclarmos e não para discutirmos em clima de debate ofensivo, argumentando todo tipo de pensamento contrário à inclusão de alunos com deficiência nas escolas, já que isso fere o princípio fundamental de nossa Carta Magna que diz no Art. 5º que todos são iguais perante a Lei. Portanto, negar a inclusão de pessoas com deficiência, em qualquer lugar que seja, é negar sua cidadania, sua dignidade de pessoa humana e os valores sociais implicados nessa negação. Por isso, mesmo respeitando a liberdade de expressão, penso que uma discussão contra a inclusão é dispensável, por ser crime de discriminação e por desperdiçar o tempo que deveríamos estar nos aperfeiçoando para melhor atender nossos alunos.

Uma das maiores problemáticas, no meu entendimento, está na indefinição quanto aos procedimentos avaliativos dos alunos que serão encaminhados para o atendimento educacional especializado em salas de recursos.

O fato é que o aluno precisa ser avaliado por uma equipe de profissionais de diferentes áreas para finalmente ter suas necessidades atendidas em um sistema de ensino especializado e isso demanda tempo e envolvimento de todos, inclusive da família. A problemática encontra-se na falta desses profissionais dentro do sistema escolar, o que exige a busca de parcerias com o segmento da saúde, a princípio para avaliação e posteriormente para o acompanhamento e tratamento que se fizerem necessários de acordo com as especificidades do caso.

Eu falo em problemática porque os profissionais da educação não agem da mesma forma que os da saúde e vice-versa. É evidente que existem diferenças inerentes ao papel de cada profissional, mas o que ainda falta nesse processo avaliativo é o estabelecimento de uma única forma de agir entre todos os profissionais que atendem essa demanda de alunos. Para tanto precisamos ter claro quem são os alunos que necessitam de atendimento educacional especializado.

No sentido de evitar que muitos alunos com dificuldades de aprendizagem sejam encaminhados erroneamente para a educação especial, o que vem acontecendo nos últimos tempos em função do uso do termo necessidades educacionais especiais, que por ser muito abrangente, colocou um sem número de alunos nas salas de recursos e classes especiais, foram estabelecidas as categorias de deficiências que são alvo do atendimento educacional especializado. Essas categorias, a meu ver, ainda não foram esclarecidas entre os diversos profissionais envolvidos e por isso ainda estamos recebendo "laudos" psicológicos ou neurológicos de alunos com dificuldade de aprendizagem como necessitando de atendimento em salas de recursos.

E não há o que fazer, a não ser nos reunirmos e definirmos os critérios de avaliação entre todos os profissionais envolvidos.

Primeiro passo:

- todos devemos saber quem são alunos com deficiência que devem ser atendidos pelo atendimento educacional especializado:

*alunos com deficiência auditiva

*alunos com deficiência visual

*alunos com deficiências múltiplas (duas ou mais deficiências associadas)

*alunos com deficiência mental

*alunos com transtornos globais do desenvolvimento(TGD)

*alunos com altas habilidades

Segundo passo:

Se a família não informar a deficiência do filho à escola, o professor da sala regular irá identificá-lo. A maior dificuldade está em identificar casos que possam ser de alunos com deficiência mental, TGD e altas habilidades, porque elas são facilmente confundidas com dificuldades de aprendizagem, problemas de comportamento e alunos inteligentes só pra estabelecer um comparativo bem simplificado e tangencial do que venha a ser esse momento para o professor da turma. Mas não há o que temer, na dúvida, encaminhe ao professor da educação especial da escola ou da escola mais próxima, caso não tenha este profissional na sua instituição. E se não tiver nem perto da escola, mande o caso para o setor de educação especial da sua coordenadoria regional da educação, ou para o setor responsável no município. Sempre acompanhado de parecer descritivo das dificuldades escolares e das capacidades apresentadas pelo aluno.

Terceiro passo:

   O educador especial fará entrevista com a mãe para obter informações a respeito do histórico de vida do aluno. Este momento é importante por dois motivos. Para o estabelecimento do vínculo e do comprometimento da família com a escolaridade do filho e para sabermos se há algo de diferente no desenvolvimento pré-natal, natal e pós-natal daquele aluno. Com o parecer do professor e o histórico de vida feito com a família, o educador especial solicita, através dos pais do aluno, uma avaliação neurológica, psicológica, fonoaudiológica, oftalmológica, audiométrica, dependendo do caso.

Aí está o maior problema para as escolas estaduais, não temos um espaço definido para onde encaminhar os pais para a realização destas avaliações. E os postos de saúde desconhecem a urgência destes atendimentos para o funcionamento das salas de recursos.

Quarto passo:

A avaliação dos especialistas da saúde

Estes profissionais precisam antes de mais nada saber quem são os alunos que necessitam de atendimento educacional especializado em salas de recursos. Depois cumprir com seu papel realizando o "diagnóstico" ou "parecer" conforme os critérios escolhidos para a avaliação. Então, caberá ao médico enquadrar o aluno em categorias de acordo com o CID (Código Internacional de Doenças). Quanto ao papel do psicólogo, dependerá dos métodos avaliativos utilizados, mas é um parecer descritivo que este profissional deve realizar. Eu realmente não sei, desconheço se há a possibilidade ou não destes profissionais da psicologia utilizarem o CID, mas a meu ver cabe a eles um parecer psicológico, assim como todas as avaliações, inclusive as médicas, deveriam vir acompanhadas de pareceres explicativos.

Mas não esqueçamos da importância de especificar através do CID qual o diagnóstico do aluno. Este "laudo" vai permitir ao educador especial que ele conduza o aluno para o atendimento educacional especializado ou esclareça ao professor da turma e à família de que se trata de uma dificuldade de aprendizagem decorrente de X motivos, a qual poderá ser superada com o trabalho do professor da turma e, quando preciso,  de outros profissionais fora da escola como psicólogos, fonoaudiólogos, entre outros, por exemplo, mas que não há a necessidade de ter atendimento especializado em Salas de Recursos, porque não se trata de pessoa com deficiência ou com TGD ou com altas habilidades.

Quinto passo:

Posteriormente vem a avaliação escolar, que deverá ser realizada pelo professor da turma juntamente com o educador especial e toda a equipe escolar que acompanha o caso (representante da equipe diretiva, supervisão e orientador educacional), levando em consideração os pareceres de outros profissionais que atendam o aluno fora da escola. Isso ocorre durante todo o processo de aprendizagem, o que vai exigir do educador especial, um encontro com os professores e equipe diretiva, no mínimo uma vez por mês, além de encontros individualizados com o professor da turma de determinado aluno. Esse encontro pode ser semanal, só com professores do primeiro ano, depois só com os do segundo ano e assim por diante. Confesso que esse procedimento é algo ainda novo pra mim, pois nunca disponibilizei tempo suficiente no meu trabalho para cumprir com esse dever. Sempre estive empenhada no atendimento dos alunos e era isso que o tempo me permitia. Mas o educador especial deve se conscientizar que o tempo para o trabalho em conjunto com os professores da turma é essencial para que a inclusão aconteça de fato. Senão a Sala de Recursos vai ser um substituto do que era a classe especial, ou seja, os professores do ensino regular passarão a responsabilidade da aprendizagem daquele aluno para o educador especial e este último, por sua vez, trabalhará isolado, frustrado com o processo de inclusão que não está dando certo.

A inclusão somente acontecerá de verdade em nossas escolas quando descobrirmos e assumirmos nossa responsabilidade de educadores que tem o compromisso de ensinar para a vida digna, cidadã e participativa. Não é papel do educador especial apenas. O professor da turma deve querer que seus alunos aprendam e sejam sujeitos ativos no processo de aprendizagem, nem que pra isso ele precise preparar modos diferenciados de ensinar a turma. E é essa maneira diferente de ensinar que será debatida nos encontros do educador especial com os professores, sempre no sentido de encontrar o melhor caminho para atender às diferenças na sala de aula.

E pra concluir este assunto do qual extraio de mim tantas palavras e pensamentos que fogem à regra do texto curto, suscinto e leve da internet, pro meu desespero, já que escrevo este texto pra divulgar em meu blog, deixo uma base do que venha a ser uma avaliação de um educador especial. Estes itens abaixo relacionados, retirei da leitura que fiz ontem do livro Desenvolvimento psicológico e educação - Transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais, volume 3, de César Coll, Álvaro Marchesi, Jesús Palacios & colaboradores:

A avaliação não é estabelecer categorias de deficiência conforme o código de doenças internacional e sim:

-Relatar como foram geradas as dificuldades da criança

-Que influência teve o ambiente social e familiar?

-Que papel está tendo a escola na origem e na manifestação dessas dificuldades?

-Qual a resposta educativa mais adequada?

-Analisar as potencialidades de desenvolvimento e aprendizagem

-Determinar que tipo de ensino requer e que tipo de recursos suplementares são necessários para conseguir uma melhor educação no contexto mais integrador possível.

 

Esse texto é da autoria de Elisângela Frois Cunha

Educadora Especial & Jornalista

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